11 dias.
sei que não vou cumprir, mas... 11 dias. e chega!
mas que chegue antes, por favor. chegue, se aconchegue, me cheire, pegue tudo o que é seu e tá aqui - que é tudo.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Caio Fernando Abreu, fala por mim!
"Idiota foi eu, que só por ter tido carinho achei que fosse amado."
"Ainda me sinto tão sua. Talvez por um passado que teima em querer sempre continuar no presente, talvez pela forma como tudo acabou, talvez pelas vezes que você decide brincar-que-gosta-de-mim. Talvez. Mas o que não dá mais é pra viver pela metade, viver de suposições."
"E decidi me poupar mais. Tem sido difícil. E não sei se há recompensa. Talvez, quem sabe, me sentir melhor comigo mesmo."
"Eu não vou dizer que não vivo sem você, porque eu posso viver … só não gostaria de precisar."
"Pesos desnecessários causam sempre dores desnecessárias. Esvaziei a mala, olhei no fundo dela, limpei, e estou indo… preenchê-la com coisas novas. Sensações novas, situações novas, pessoas novas. Tudo novo."
"Mais do que querer você de volta, eu ME quero de volta, quero a felicidade nos meus olhos mirados em você . Eu quero a gente, eu quero tudo de novo, eu quero as coisas antigas, as primeiras, TODAS ! Me devolve seu sorriso ? Parece que eu não te faço mais sorrir, assim eu desespero mesmo. É uma resposta simples pra uma pergunta simples: Você vai voltar?"
“Enfim, tenho agradecido por estar vivo e ter andado por onde andei e ter vivido tudo o que vivi e ser exatamente como sou.”
“Dói e é incômodo. Vontade de não saber perdoar, de não ser compreensivo, tolerante — de não me contentar com o pouco.”
"Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você. Abraça o que te faz sorrir. Sonha que é de graça."
“Dizem que a gente tem o que precisa. Não o que a gente quer. Tudo bem. Eu não preciso de muito. Eu não quero muito. Eu quero mais. Mais paz. Mais saúde. Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade. Mais harmonia. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro. Mais eu. Mais você. Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca. Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais.”
"Confesso que tenho vontade de voltar atrás, de ligar, de te dizer mil coisas, e cair em suas mãos, sem me importar com nada, simplesmente entregar-te meu coração. Mas não, renuncio, me controlo e digo para mim mesma que não é assim, que não pode ser, que você se foi, e não volta."
"A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?"
"Que seja doce o seu cheiro.
Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio.
Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado.
Que seja doce a ausência do meu medo.
Que seja doce o seu abraço.
Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão.
Que seja doce. Que sejamos doce. E seremos, eu sei."
"De vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme. só olhando você, sem dizer nada só olhando e pensando: "meu Deus, mas como você me dói de vez em quando..."
“Então não perca seu tempo comigo. Eu não sou um corpo que você achou na noite. Eu não sou uma boca que precisa ser beijada por outra qualquer. Eu não preciso do seu dinheiro. Muito menos do seu carro. Mas, talvez, eu precise dos seus braços fortes. Das suas mãos quentes. Do seu colo pra eu me deitar. Do seu conselho quando meu lado menina não souber o que fazer do meu futuro. Eu não vou te pedir nada. Não vou te cobrar aquilo que você não pode me dar. Mas uma coisa, eu exijo. Quando estiver comigo, seja todo você. Corpo e alma. Às vezes, mais alma. Às vezes, mais corpo. Mas, por favor, não me apareça pela metade. Não me venha com falsas promessas. Eu não me iludo com presentes caros. Não, eu não estou à venda. Eu não quero saber onde você mora. Desde que você saiba o caminho da minha casa. Eu não quero saber quanto você ganha. Quero saber se ganha o dia quando está comigo.”
"Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu."
"Ainda me sinto tão sua. Talvez por um passado que teima em querer sempre continuar no presente, talvez pela forma como tudo acabou, talvez pelas vezes que você decide brincar-que-gosta-de-mim. Talvez. Mas o que não dá mais é pra viver pela metade, viver de suposições."
"E decidi me poupar mais. Tem sido difícil. E não sei se há recompensa. Talvez, quem sabe, me sentir melhor comigo mesmo."
"Eu não vou dizer que não vivo sem você, porque eu posso viver … só não gostaria de precisar."
"Pesos desnecessários causam sempre dores desnecessárias. Esvaziei a mala, olhei no fundo dela, limpei, e estou indo… preenchê-la com coisas novas. Sensações novas, situações novas, pessoas novas. Tudo novo."
"Mais do que querer você de volta, eu ME quero de volta, quero a felicidade nos meus olhos mirados em você . Eu quero a gente, eu quero tudo de novo, eu quero as coisas antigas, as primeiras, TODAS ! Me devolve seu sorriso ? Parece que eu não te faço mais sorrir, assim eu desespero mesmo. É uma resposta simples pra uma pergunta simples: Você vai voltar?"
“Enfim, tenho agradecido por estar vivo e ter andado por onde andei e ter vivido tudo o que vivi e ser exatamente como sou.”
“Dói e é incômodo. Vontade de não saber perdoar, de não ser compreensivo, tolerante — de não me contentar com o pouco.”
"Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você. Abraça o que te faz sorrir. Sonha que é de graça."
“Dizem que a gente tem o que precisa. Não o que a gente quer. Tudo bem. Eu não preciso de muito. Eu não quero muito. Eu quero mais. Mais paz. Mais saúde. Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade. Mais harmonia. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro. Mais eu. Mais você. Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca. Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais.”
"Confesso que tenho vontade de voltar atrás, de ligar, de te dizer mil coisas, e cair em suas mãos, sem me importar com nada, simplesmente entregar-te meu coração. Mas não, renuncio, me controlo e digo para mim mesma que não é assim, que não pode ser, que você se foi, e não volta."
"A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?"
"Que seja doce o seu cheiro.
Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio.
Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado.
Que seja doce a ausência do meu medo.
Que seja doce o seu abraço.
Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão.
Que seja doce. Que sejamos doce. E seremos, eu sei."
"De vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme. só olhando você, sem dizer nada só olhando e pensando: "meu Deus, mas como você me dói de vez em quando..."
“Então não perca seu tempo comigo. Eu não sou um corpo que você achou na noite. Eu não sou uma boca que precisa ser beijada por outra qualquer. Eu não preciso do seu dinheiro. Muito menos do seu carro. Mas, talvez, eu precise dos seus braços fortes. Das suas mãos quentes. Do seu colo pra eu me deitar. Do seu conselho quando meu lado menina não souber o que fazer do meu futuro. Eu não vou te pedir nada. Não vou te cobrar aquilo que você não pode me dar. Mas uma coisa, eu exijo. Quando estiver comigo, seja todo você. Corpo e alma. Às vezes, mais alma. Às vezes, mais corpo. Mas, por favor, não me apareça pela metade. Não me venha com falsas promessas. Eu não me iludo com presentes caros. Não, eu não estou à venda. Eu não quero saber onde você mora. Desde que você saiba o caminho da minha casa. Eu não quero saber quanto você ganha. Quero saber se ganha o dia quando está comigo.”
"Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu."
Don't bother,
I'll be fine, I'll be fine
I'll be fine, I'll be fine
Promise you won't ever see me cry
And after all I'm glad
That I'm not your type
Not your type, not your type, not your type
Promise you won't ever see me cry
Ainda não to na vibe "i'm better without you", mas vou ficar. So, don't bother!!!! nunca vi ninguém morrer de amor, quem dirá de paixão.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
e quando, há um ano atrás, eu falava sobre o resultado da prova e sentia uma felicidade gigante de te ver de novo, você lembra? lembra, falou que lembra. Mas você lembra do beijo, do cheiro, do gosto, do toque, do som da nossas risadas juntas e a música que tocava na rádio? Lembra daquela história boba de que me contou, ou aquela coisa séria sobre a sua irmã? Do horário que você me pegou? Do que a gente comeu? Do que você vestia? Eu lembro bem das suas roupas jogadas na cadeira mais legal do mundo. E lembro detalhadamente de todas as outras coisas que citei. É tão forte essa lembrança que eu chego a ter as sensações. Não foi a última vez, mas parece que esse dia marcou o fim de uma era na nossa história - os primeiros meses. Malditos maravilhosos primeiros meses. Não que depois também não tenha sido bom! Tivemos ótimos momentos também. Malditos maravilhosos últimos meses, eu diria... Maldito ano maravilhoso. Maldito você com esse jeito maravilhoso e esse sorriso que me encanta. Na verdade qualquer coisa relacionada a você que é maldita, só é assim porque já foi. Já foi bom, e como não é mais, virou maldito. Mas continua sendo bom de qualquer jeito, só porque você existe e tudo foi maravilhoso um dia.
Eu viajo falando as mesmas coisas, sentindo as mesmas coisas, e com muito daquela sensação de quem quer mais. Muito mais, eu diria. Mas hoje me contentaria com pouco. Muito pouco, até. Mas se tivesse algum sorriso, um beijo só, um abraço cheiroso já seria bom. Mais até - maravilhoso. Maldito também, mas maravilhoso.
Eu viajo falando as mesmas coisas, sentindo as mesmas coisas, e com muito daquela sensação de quem quer mais. Muito mais, eu diria. Mas hoje me contentaria com pouco. Muito pouco, até. Mas se tivesse algum sorriso, um beijo só, um abraço cheiroso já seria bom. Mais até - maravilhoso. Maldito também, mas maravilhoso.
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